A educação infantil, um desafio dos pais!

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pv 22.6

 A singular e feliz oportunidade paterna tem sido desdenhada, a intrasferível missão em educar a criança que compete a priori aos pais, está sendo abandonada. É notável a omissão deles. No seio familiar percebe-se tal comportamento. Alguns tentam explicar ou justificar esse procedimento. O ciclo da vida compreende as seguintes fases: infância (0 a 10 anos), adolescência (11 a 17 anos), jovem (18 a 24 anos), adulto (25 a 59 anos) e idoso (60 a…). Cada qual com suas características peculiares. Como é oportuno e precioso acompanhar passo a passo este período. É uma experiência relevante, impar e sui generis. Devemos aproveitar estes momentos. São lições pragmáticas a apreender.

Apreciar o crescimento infantil e conduzi-lo direcionando sua vida em sociedade, é uma tarefa pertinente que muitos não querem realizar. Filhos são primazia e devem ter prioridade na nossa agenda diária. Lamento que a ausência paterna, tem contribuído de certa forma, na ascendência da estatística de crianças exclusas, desprezadas e marginalizadas pela sociedade. Lembre-se que o primeiro contato é no lar, e, lá em tese, passará mais tempo. Portanto torna-se fundamental que nele, venha a aprender os bons valores éticos e morais. Os pais são verdadeiros pedagogos (conduzir a criança), onde devem utilizar uma pedagogia (ensino) correta, sugestivamente, deve ser extraída da Bíblia. Ela nos dar os apontamentos, conselhos e sugestões práticas para o cotidiano.

Vivemos numa sociedade onde a corrupção, a mentira são recursos apregoados por alguns. Por outro lado, a boa referencia, os bons exemplos estão escassos, quase em extinção. No seio doméstico poucos são os exemplos bons a serem observados e seguidos. A melhor maneira de educar os filhos é pelo bom exemplo. É viver o que se ensina. O intuito é árduo, mas necessário. Antes de lecionarmos alguém devemos praticar. O contrário é hipocrisia. Alguém sabiamente frisou: “o caderno de exercício dos filhos são bom exemplo dos pais.” Não fuja, nem se esquive dessa responsabilidade inerente.

Não transfira para outrem o que lhe compte – educar os filhos. O processo da educação é rigoroso e exigente. Requer tempo para supervisionar, planejar e analisar seu desenvolvimento. A atenção é um fator preponderante. Ensinar com a verdade idem. O diálogo imprescindível. O respeito mutuo é salutar e importante. A critica e o elogio na ocasião propicia faz bem. A correção certa é um aliado. Fico preocupado quando os pais transferem para as escolas o papel de educá-los.

Na pratica a escola deve ser uma extensão da família. O que se aprende lá refletirá cá. O comportamento dos filhos na sociedade é um reflexo do lar. Os filhos são presente de Deus. Não abra mão, nem desista deles. Antes agradeça a Deus pelas suas vidas, cuide, ore, ensine as Escrituras, seja atencioso, carinhoso, encontre tempo para o laser. Adote com amor o que Deus permitiu você gerar.

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25.

Colunista: Janilson Lima