O bom e o ruim

É a gente que mede a intensidade e os valores da vida. A alegria e a tristeza, o riso e a dor são tão comuns que deveríamos aceitá-los como parte do quotidiano. Mas não. Aceitamos o bom e rejeitamos o ruim como se este não tivesse importância, como se não fosse através dele que aprendemos a saborear as grandes alegrias. Isso por que só chegamos ao êxtase da alegria quando antes descemos ao fundo da melancolia, da tristeza, da solidão.
Aquele que sabe sofrer uma grande dor sabe apreciar uma grande alegria ao seu justo valor.
Porém, permanecer em um estado de espírito ou em outro depende muito de cada um de nós.

Letícia Thompson

Colunista: Marcílio Dantas