Excelentes artistas internacionais gospel para ouvir (parte 2)

Excelentes artistas internacionais gospel para ouvir (parte 2)

Hoje falo de um artista que toca meu coração profundamente, o nome dele é STEVEN CURTIS CHAPMAN!  Que sensibilidade, que vida com Deus, que música de qualidade, que violões lindos , que produção bem feita! Que benção! O Steven passou por momentos dificílimos nas sua vida! Vamos saber mais dele, a manchete toca! (Depois corre pro spotify, deezer, ou fica aqui na manchete para ouvir o Steven!)

(fonte Wikipédia)

Chapman ganhou cinco Grammy Awards e outros 51 prémios da Associação da Música Gospel, mais do que qualquer outro artista.[1]

Em 2007 ele vendeu mais de 10 milhões de álbuns e tem 9 álbuns que ganharam prêmio de Platina e de Ouro.[1][2]

Chapaman também é voltado a causas sociais junto com sua esposa Mary Beth. Juntos, adotaram três crianças chinesas e deram início a uma organização denominada Shaohannah’s Hope, que oferece concessões para facilitar famílias qualificadas a diminuírem o custo da adoção que desejam fazer.

Chapman compôs a música “Remembering you” para o filme As Crônicas de Nárnia.

Os chapmans perderam sua filha em um acidente dentro da própria casa de forma trágica!

(fonte Wikipédia)

Morte de Maria Sue Chapman

Vinte e quatro horas antes de falecer, Maria Sue, de apenas 4 anos, meteu-se em confusão por mau comportamento. Na manhã do trágico acidente, Steven Curtis Chapman conversou com ela sobre o que a garota havia feito.[8]

Maria Sue Chapman morreu de um acidente em 21 de maio de 2008, quando foi atingida pelo carro do irmão mais velho, Will Chapman, que tentava estacionar na garagem de casa, em Franklin, Tennessee, ao retornar de um teste para uma escola de música, de acordo com o órgão oficial Tennessee Department of Safety.[9]

Maria Sue ainda foi socorrida de helicóptero para o Vanderbilt Children’s Hospital (Hospital Infantil de Vanderbilt).[10] Os paramédicos ainda tentaram salvá-la, mas não houve sucesso. Ela morreu a caminho do hospital. Logo no pouso, ela foi declarada morta por conta dos ferimentos e perda de sangue.

Antes do acidente, toda a família se preparava para comemorar dois fatos: a formatura de Caleb Chapman no ensino médio na Christ Presbyterian Academy (Academia Presbiteriana de Cristo), e o noivado da filha Emily.

O departamento de trânsito e tráfego do estado onde moram, Tennessee Highway Patrol, solidarizou-se com os familiares de Maria Sue e caracterizou o acidente como “terrível”, em que não foi prestada nenhuma queixa. Will Chapman foi liberado com apenas uma advertência.

Durante o funeral de Maria Sue, em que pregou o pastor Scotty Smith, todos os familiares expressaram a fé em Deus e o amor entre eles.[11][12]

Depois do acidente de Maria Sue, a família comentou publicamente o assunto, falando também sobre a importância da fé mesmo diante do ocorrido. Os Chapman estiveram no Good Morning America, em Larry King Live, na revista People, no The 700 Club e no Huckabee.[13][14]

Maria Sue foi enterrada com o vestido de dama de honra que usaria no casamento da irmã mais velha, Emily, em outubro.

A família guardou, num cofre especial, alguns pertences de Maria, como suas sapatilhas de balé e cartas de seus irmãos e irmãs. O irmão Will ficou o cobertor favorito dela. Maria Sue foi enterrada no Williamson Memorial Gardens, em Franklin, Tennessee.

O mais recente álbum de Steven Curtis Chapman, Beauty Will Rise conta um pouco do aconteceu com a família Chapman durante e depois da morte de Maria. Inclusive, SCC quase decidiu encerrar a carreira musical e nunca mais cantar a música “Cinderella”, composta por ele, que fala sobre o relacionamento entre pai e filha. No entanto, Chapman se deu conta de que a filha não apenas gostaria de que ele continuasse a carreira e como também continuasse a cantar “Cinderella”.

Em novembro de 2009, um ano depois da morte de Maria Sue, SCC fez uma apresentação especial na Harvest Christian Fellowship (Comunidade Cristã da Colheita), da qual o pastor titular, Greg Laurie, também sofreu a perda do filho, Christopher Laurie, meses após o falecimento de Maria Sue Chapman. Na ocasião, Steven cantou algumas músicas do álbum Beauty Will Rise e debateu com o pastor Laurie sobre como lidar com a dor e sobre a fé e a esperança de ambos na vida com Cristo após a morte.[15]

 Vamos ouvir ele?  E como foi linda a forma que lidou com o pior momento da sua vida?

 

 

Excelentes artistas internacionais gospel para ouvir

Excelentes artistas internacionais gospel para ouvir

Oi  gente, hoje vou falar  sobre artistas internacionais  gospel espetacular para ouvir , meditar e crescer em suas letras que demonstram um claro relacionamento com Deus.

Michael W. Smith!  Então logo após essa leitura corre pro spotify ou deezer, pratique seu inglês e deixe seu dia mais abençoado! Leiam um pouco do seu testumunho de vida e história, na Manchete toca!

Michael W. Smith

Famoso compositor da música “Agus Dei”. (Fonte Wikipedia)

Michael W. Smith cresceu em lar evangélico e sempre foi muito próximo de seus pais e amigos. Apesar de participar ativamente na igreja onde congregava, seu sonho era ser um jogador de Baseball (seu esporte preferido).

Aos cinco anos, ele compôs sua primeira canção e já tocava piano. Aos dez anos se converteu ao cristianismo e, após sua conversão, seu sonho passou a ser tornar-se um pianista profissional. Michael tornou-se ativo na congregação que seus pais freqüentavam, onde tocava piano no período de louvor aos domingos à noite. Começou a ouvir os artistas de Jesus Movement (Movimento de Jesus) no início dos anos 1970.

Por muito tempo, ele perseguiu seu sonho sem chegar a lugar algum. “Por não estar mais sob a proteção de minha família e dos amigos de minha cidadezinha, comecei a responder à nova liberdade com hábitos que cada vez mais me escravizavam (…) Dormia tarde e não conseguia acordar antes do período da tarde. Estava experimentando drogas e tentando impressionar as pessoas, mostrando como eu era esperto. Ao invés de compreender minhas habilidades musicais como um precioso Dom de Deus…”

Como consequência, quase morreu numa festa na casa de outro músico, após consumir uma droga extremamente forte. Seu desespero foi tanto naquela ocasião que ele orava e dizia: “Senhor, não me deixe morrer”. Mas isso não foi o suficiente para traze-lo de volta. O fundo do poço veio em 1979 (aos 22 anos), quando sózinho em sua casa, entrou em pânico. Seus pensamentos corriam alucinadamente e ele foi tomado por uma Taquicardia. Seu corpo entrou em choque durante horas. Foi então, no meio daquela dor física, que Michael W. Smith sentiu Deus se aproximar.

“Ele não me condenou, nem me reprimiu. E eu sabia que minha vida estava totalmente fora de controle. Mas Deus veio tirar de mim as cargas que estavam me destruindo e me libertar para que eu começasse novamente”. Esta foi a grande virada de sua vida. A Bíblia voltou a ter grande importância na vida de Smith (praticamente todas as suas músicas, nasceram de momentos em que ele estava lendo e refletindo sobre as promessas de Deus, contidas na Bíblia). Passando a tormenta, ele iniciou seu caminho de volta.

Em Nashville (no Tennessee), começou a tocar teclado na banda Higher Ground. Isso lhe abriu uma boa porta, já que ele assinou o seu 1° contrato como compositor com a empresa Paragon/ Benson Publishing Company.

“Eu pensava que tinha morrido e ido para o céu. Estava ganhando 200 dólares por semana para fazer algo que amava. Achava que minha vida tinha alcançado seu ápice e Deus não tinha mais nada para fazer por mim” relata Michael. Compor músicas significou muito para ele. Afinal, agora ele ganhava dinheiro fazendo algo que amava e ele não precisaria voltar a servir às mesas, ser empacotador ou trabalhar para a Coca-Cola.

Vamos ouvir?

 

 

 

 

Worship X Gospel (Parte Final)

Worship X Gospel (Parte Final)

 Bem como estávamos falando, o Worship tomando conta das igrejas em estilos que eles acham viável de acordo com suas visões de atrativos para um determinado público, muitos deles, visam o público jovem, geralmente, os que têm mais “gás” a dar e empenho para ações da igreja com discursos que eles são a “geração escolhida|” ou a “geração que dança”, e a “geração que fará grandes milagres maiores que o de Jesus”; isso gerou certa exclusão a geração dos anciãos, e na verdade TODAS AS GERAÇÕES TÊM O SEU VALOR E IMPORTÂNCIA PARA DEUS. Se você que está lendo essa coluna tem 70, você continua tendo valor pra Deus a obra na sua vida não está terminada! Se você tem 17, cuide para ser tão valioso a Deus e a sua obra como o de 70 é! Abaixo esse discurso, que vem pretensiosamente, e estrategicamente direcionada e com intenções especificas de trazer um determinado púbico a igreja, JESUS VEIO PARA TODOS E CONTINUA RECEBENDO A TODOS, a única estratégia que uma igreja deve ter, sempre precisa ser direcionada a TODOS!!

Um fato interessante é que o estilo “Worship” é muito confundido como único estilo possível de se adorar a Deus. Como único estilo e que se pode “fechar os olhos” e “adorar a Deus”, e isso o coloca numa espécie de pirâmide e inviabiliza os cristãos a ouvir outros estilos de música e até a ter preconceito como ela. Certa vez em um congresso cristão perguntei  ao palestrante se um estudante de música poderia , estudar as músicas de Villa lobos, Bach, Chopin ou até aprender rock estudando Malmsteen, Steve  Vai ou David Gilmour, ele me responde que o ideal seria que nunca aprendesse tais músicas , que o ideal seria um músico cristão se alimentar apenas de música cristã e viver numa eterna redoma. Ora, ora, Jesus veio a terra e ficou numa redoma pregando pros seus discípulos apenas? Paulo fez isso? Não, não e não! Jesus não mudou o mundo dentro de uma redoma!!

Esse mesmo preconceito se estende as músicas gospel de outros estilos, como rock e reggae… Rap… Dentro da própria igreja. Ora, adoração, não tem tanto a ver com música, tem ver com estilo de vida e como seu estilo de vida glorifica a Deus! È muito além de música é sobre caráter, é sobre sinceridade com Deus.  Fechar os olhos e cantar pode significar nada para Deus!

Isaías 29:13
Eis que assim declara o Eterno: “Visto que este povo se chega junto a mim apenas com palavras sem atitude, e me honra somente com mover dos lábios, enquanto seu coração está muito distante da minha pessoa. E a adoração que me prestam é constituída tão somente de regras e doutrinas criadas por homens.

Marcos 7:6
Ele, entretanto, lhes afirmou: “Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas; pois assim está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim.

Mateus 15
…7 Hipócritas! Bem profetizou Isaías sobre vós, denunciando: 8 ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 9 Em vão me adoram; pois ensinam doutrinas que não passam de regras criadas por homens’”

E aí como se sente lendo esses versículos? Não há pirâmide em estilo de música, cada um nasce com seu gosto, de acordo com a região que nasce e etc… e é possível sim, ter um gosto para música, mas o estilo “worship” não está acima de nada!

De repente um artista secular cm linda sensibilidade pode tocar mais seu coração em um determinado momento da sua vida e te levar a uma conexão com Deus maior que o estilo worship que toca na sua igreja ou a música gospel.  SAIA DA REDOMA! Retenha o que é bom.

 

Worship x Gospel (Parte1)

Worship x Gospel (Parte1)

                Há hoje um grande mercado dentro das igrejas, igrejas grandes, com excelente estrutura e lotadas. Cantando músicas de louvor a Deus onde se passa um telão acompanhado das letras das mesmas. Bem, já pensou ter sua música executada em uma igreja com 3.000 pessoas, a ainda aprendendo a letra? É bem provável que no dia seguinte o irmão procure ouvir de novo aquela bela música executada pelo grupo de louvor local.

                 Bem, não é a toa que esse tipo de oportunidade se tornou atraente para muitos artistas gospel.  Os hinos de louvor cantados antigamente sofreram muitas adaptações.  São poucas igrejas que cantam “rompendo em fé” ou “reunidos aqui” ; os clássicos CORINHOS EVANGÉLICOS e que começaram toda esse estilo de música, com letras bem explicadas e foneticamente possível para vários irmãos cantarem juntos sem muito “trava línguas”. Se você não está entendendo do que estou falando dê uma passada nesse link, https://www.cifraclub.com.br/corinhos-evangelicos/ ele resume bem os clássicos corinhos evangélicos ainda entoados pelos mais tradicionais e, digam-se de passagem, muitos deles, com peso espiritual de hinos ou tão lindos quanto. Realmente os corinhos jamais serão substituídos.  Ah, diga-se passagem a Rádio Manchete toca todas essas músicas de grande valor espiritual e nas mais lindas versões! Experimente…

                Bem, após passar a “fase” dos corinhos, a igreja foi contagiada com músicas do estilo pop rock, bandas como U2, e principalmente a guitarra e os delays do guitarrista THE EDGE, foram influências fortes para o HILLSONG e outros artistas Brasileiros, como Fernandinho e até Aline Barros e Kleber Lucas  mudaram completamente sua forma de fazer música. O cuidado harmônico se tornou músicas com 4 acordes regidos a muito delay e repetição.  Nas igrejas, essa repetição é usada para abrir as famosas ministrações espontâneas, que podem deixar uma simples música de 3 minutos durarem 15; até que todos os irmãos estejam meio que envolvidos numa espécie de hipnose musical, para ajudar a provocar choro e outras emoções.

É amigos, a música tem poder. Por que você acha que tem pastores que não abrem mão daquele fundo musical “eterno”? Por que o pastor de hoje tem que pregar com fundo musical?? Para provocar emoções!! Para provocar choro… Mais e mais os pastores estudam menos e abusam do apelo emocional.  As histórias bíblicas são contadas por um viés completamente emotivo, muitos pastores até, conduzem sua voz de forma teatral e cinematográfica como quem narra “Senhor dos Anéis”.

Muitas vezes passam por treinamentos, assim como os atores fazem, para serem mais emotivos; SIM, ISSO  é verdade!  Por que  você acha que todos os bispos da universal tem o mesmo sotaque do Macedo e falam do mesmo jeito? São treinados para isso e passam meses em fonoaudiólogos, para ajustar o seu timbre de voz para aquela empresa, quer dizer igreja… Da mesma forma os Hernandes… Pode perceber… E por aí vai…s

                Em minhas colunas sempre procuro equilíbrio em minhas opiniões, portanto, como músico que também sou, jamais condenaria o uso da música como forma estratégica para deixar as emoções fluírem e facilitar o quebrantamento do coração; O que me oponho é o uso exagerado dela, como forma de estudo com intuito real, de conduzir a igreja a cair na emoção. Nem acho que o espírito Santo precise de música para tal!

                O Worship então se modernizou, e nem todas as músicas estão em tons agradáveis para a igreja acompanhar e os mais velhos não conseguem mais acompanhar as letras; muitas igrejas agora limitam seu estilo ao que revela para eles, a sua “visão” de música. A adoração na igreja agora é bem diferente. Algumas ficam no pop rock, outras dão preferência ao reggae, outras ao forró ou pisadinha pentecostal e por aí vai. Tem de todo gosto!! E é preciso achar uma igreja que tenha o “seu estilo de louvor”…

Mas como isso pode se diferenciar da música gospel, e  como isso interfere na minha adoração? São cenas dos próximos capítulos, ops, coluna! Abraço povo!

Israel Tenório (Sociólogo, Professor, Músico/Vocalista e guitarrista da banda de Rock Cristão Kruyssen )

 

Vale a pena ouvir musica gospel ? (Parte 3) Final

Vale a pena ouvir musica gospel ? (Parte 3) Final

Estávamos nas duas colunas passadas falando do surgimento  da música gospel, suas origens, seu estilo original, suas adaptações , e principalmente seu crescimento dentro do Brasil, e como é visto hoje. Suas diferenças de Worship (músicas usadas na igreja) e músicas usadas em evangelismos criativos como rock, reggae e, ainda poderia citar uma espécie de forró pentecostal, e um estilo pentecostal mais “brega” (brega,  interprete pelo estilo de música).

Chegando a tudo isso, a todos esses estilos, o meio gospel, desenvolveu um notório mercado e inegavelmente, isso gera lucros e desenvolvimento de empresas. Muitas igrejas uniram sua visão evangelista ao mercado capitalista e viraram uma espécie de empresa cristã.

Não , não sou radical, não vou condenar “isso” nem aquilo. Pois “isso” é inerente ao ser humano; querer desenvolver, crescer, criar , ou ainda, “ser grande” em sua vida profissional  que pode sim, acabar se unindo a sua fé cristã. Unir o útil agradável não é ruim; o problema é fazer o bom discernimento das coisas e dar nome “aos bois”, o que é mercado, e  o que é evangelho.

È errado existir um mercado de música gospel ,  artes , teatros, mercado de atores,dança e filmes gospel? É errado existir um mercado que nos conecta com nosso criador, e nos envolve com temas e discussões diárias do que  vivemos como Cristãos? A resposta é NÃO! Não há nada de errado em se ter especificidades para uma comunidade evangélica (salvo exageros, com perfume gospel, chapéu de caubói gospel, e etc…) O problema é quando uma banda entra em um palco, tendo recebido seu devido cachê, suas passagens, seu hotel, sua alimentação ( que são coisas dignas e inerentes a um trabalho profissional e um mercado que JÁ EXISTE) e chegar no palco dizendo que TUDO É PRA JESUS.

Que todo solo de guitarra é pra Jesus, que cada agudo e melismas do vocalista são pra Jesus. Ora, não é! È para o público, é para o homem, e o objetivo geral disso é conectar as pessoas com Jesus, como nenhuma outra música faria.

Sim, não fique triste, mas a verdade é que NÃO é tudo p Jesus!! Pastores, igrejas e irmãos estão muito acostumados com esse chavão!  Na verdade, é um emprego, onde o artista gospel sustenta sua própria família! Muitas vezes até, Mamon é o seu Deus (e isso é história para outra coluna)! Todas as causas que um advogado pega são para Jesus? Todas as cirurgias que um médico faz são pra Jesus? Tudo que você faz no seu emprego é pra Jesus? É NÃO! É PRA VOCÊ MESMO! (a não ser q você tenha a sorte de trabalhar em uma igreja e ter um salário digno vivendo da “obra”, mesmo assim, muitas vezes você se doa muito mais a instituição “igreja” do que a Jesus e nem percebe).

Tudo é vaidade! Nem sequer todas as pregações que um pastor faz são para Jesus! Às vezes, é dotado de um grande ego, e até focaliza sua pregação para atingir os pecados dos irmãos que ficou sabendo através de fofocas; AGORA, se em tudo que você faz,  de uma forma geral, resplandece Jesus, e se em tudo que você faz, você entrega nas mãos de Jesus em oração, e ainda, entrega a ele toda a glória com constância e em  oração, é outra história, e esse sim, é o caminho certo!

A música gospel  foi feita sim para atrair os olhos e ouvidos dos homens, são shows profissionais sim, para o homem, e através disso os conecta a Deus; porquê se ouvimos música gospel saudável diariamente, diariamente estamos nos lembrando e nos conectando com o pai! Nos artigos a seguir falarei também sobre a  diferença da música considerada “louvor” congregacional e de músicas com poesia cristã, ou com potencial de evangelismo para deixar as coisas mais claras ainda.

O que não dá pra fazer são ministérios receberam 100.000 reais para tocar e bancar toda uma estrutura onde nos telões e outdoors estão o nome da sua banda e chegar no palco dizendo que receberam uma pequena oferta para estarem ali.  Não! São profissionais que receberam para isso em um mercado que existe! Isso não tira o mérito e talento da tal banda. E também vou mais além, que é o caso de grandes pastores receberem um cachê para pregar em uma igreja, ora, se ele chegar lá e diz que está recebendo como palestrante, ou que é uma espécie de pastor-palestrante, é um problema dele.

O mercado gospel existe e tem demanda, se tem demanda, existe dinheiro para bancar , se existe dinheiro e se existe demanda, existe público, que somos nós! Eu e você! Sim, nós tornamos o mercado gospel existente e o financiamos, mas uma vez não estou aqui para julgar o que é certo e o que é errado, pois só o pai julgará. Pessoalmente, música gospel e até bons palestrantes gospel me faz muito bem, sei que no caso da música, se aquilo está chegando aos meus ouvidos, teve um custo! E te garanto, não é pouco custo não!  Bons CDs custam 15.000 – 30.000 por baixo, para serem gravados e para que tenham um mínimo lançamento e uma concepção artística, o “pastor palestrante” com certeza estudou mais para estar ali! O mercado existe e vale a pena ouvir música gospel e até bons palestrantes.

O que não se pode fazer é vir com aquele discurso hipócrita que no fundo é carregadíssimo de vaidade, dizendo que recebeu uma oferta para estar ali, quando na verdade existe um mercado por trás disso! E digo mais, não é um mercado muito limpo e agradável de estar. Caso seja uma banda é  preciso de dinheiro para entrar, e quando se investe muito dinheiro espera-se retorno.

Bem, dito tudo isso, me vem à mente um dos momentos que Jesus Cristo se irou no novo testamento; um dos únicos relatos do evangelho onde detalha Jesus se irando e usado de força física. Lembram? E por quê? Bem, Jesus e seus discípulos  estavam viajando a Jerusalém para a páscoa Judaica ao chegar no templo se deparou com  um lugar repleto de animais e de cambistas.  Acompanhe os versículos:

Fazendo uma espécie de  chicote com algumas cordas, «…expulsou a todos do templo, as ovelhas bem como os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai uma casa de negócio. » (João 2:15-16).

Vale a pena ouvir música gospel ?  (Parte 2)

Vale a pena ouvir música gospel ? (Parte 2)

Sim, vale!!! – Mas o que é música Gospel?
Música gospel (do inglês gospel; em português, “evangelho”) é um gênero musical composto e produzido para expressar a crença, individual ou comunitária, cristã.

O que mais se aproximou do real “gospel” foi a música cristã afro – americana(também ,bem representada por Elvis Presley), que se caracterizou como um estilo de música que como a definição nos dá, expressa uma crença cristã. Música gospel é originalmente um estilo de música, assim como o rock, o pop, o soul…mais próxima do Rhythm & Blues americano.

Aqui no Brasil,no final dos anos 80 e início dos 90, a música gospel brasileira ganhou um espaço especial no mercado, ela “funcionaria” com qualquer estilo de música, apenas tendo uma letra voltada para adoração a Deus. Vamos saber mais sobre isso extraído do WIKIPÉDIA.

“O Movimento gospel foi um período compreendido entre 1990 a 1999 na história da música cristã contemporânea brasileira na qual houve enormes mudanças desde a composição, instrumentação, gravação, produção musical e lançamentos de obras do nicho protestante. Outros de seus aspectos é o termo “gospel” em substituição de “música evangélica”, tal qual era utilizado antes deste período.

O termo gospel, a partir deste movimento passou a ser utilizado pela gravadora Gospel Records, pertencente a Estevam Hernandes. Em questões líricas, a linguagem se tornou mais horizontal, além da abrangência de outros gêneros musicais. Bandas de rock tiveram participação fundamental no movimento. Princípio (1990), da banda Rebanhão é considerado o primeiro álbum lançado após o início do movimento gospel.

Durante os anos de auge, o movimento gospel deu origem a várias novas gravadoras, como a MK Music, Line Records e AB Records, outras que já existiam tiveram participação importante no movimento, como a Bompastor, e inclusive gravadoras não-religiosas, ainda que timidamente, começaram a perceber o potencial do gênero, especialmente a partir do final da década de 80, caso da PolyGram (futura Universal Music) a primeira a ter evangélicos em seu cast; outras que foram pioneiras em integrar o gospel nacional à música popular foram a Continental (hoje Warner Music Brasil), CBS (Sony Music, a partir de 1991) e até mesmo a RGE (a partir dos anos 80, é selo da Som Livre, conhecida por lançar álbuns de artistas de samba e MPB).

A realização de eventos para grandes públicos também tornou-se uma dessas características. Após o boom, o movimento continuou, mas desde 1995 entrou em crise. Quatro anos depois é denominado seu fim, com o surgimento de novos artistas a partir de 2000 com outras propostas, principalmente o controverso “louvor e adoração” e o novo movimento.

A partir daqui a música gospel começou a tomar rumos mais mercadológicos no nosso país, as indústrias percebiam que vendia, a música gospel começou a chegar nos carros dos senadores, dos deputados, de grande líderes de empresas, empurradas pelo grande esforço estratégico dos “Hernandes”, diga –se de passagem; contribuíram muito positivamente para a música gospel nesse aspecto. São as pessoas mais importantes da exportação pelo Brasil do Gospel. O gospel então, era Rock, era Pop, era Reggae…era qualquer ritmo que apenas falasse de Deus. Mas não é assim somente no Brasil, a música gospel americana tomou esses mesmos rumos.

Com essas mudanças de rumo, houve também bastante confusão e desentendimento de igrejas, pastores , e muitos preconceitos espalhados pelos conservadores de todo o país. A verdade é, que rock é rock, pop é pop é gospel ( o estilo original) é gospel. O não entendimento disso, causou diversos subgêneros como Rock gospel, axé gospel e etc. O que levou a muitos preconceitos da mídia secular e a não entrada desses gêneros em rádios populares do país. Mas quem era “Gospel” também nunca quis se misturar.

E hoje sofremos uma resignação digna do que plantamos. A intenção do Gospel, com sua explosão, nunca foi ser apenas “worship” sempre foi levar música cristã para fora da igreja. Com excelentes músicos, músicas boa, técnica refinada, personalidade nas letras e no que acreditam e etc. Hoje a música Gospel se retraiu bastante pra dentro dos templos e do estilo “worship”.
E vamos falar mais sobre isso nas próximas colunas!

Vale a pena ouvir música gospel? (Parte 1)

Vale a pena ouvir música gospel? (Parte 1)

Há uns anos me faço essa pergunta, e hoje à tarde tive uma experiência maravilhosa ouvindo a Manchete Gospel. Parece proselitismo, não é. Experimentei deixar a rádio ligada a tarde toda em minha casa. O bom gosto da programação me levou a bons momentos e boas recordações com Deus. Afinal, um relacionamento tem recordações não é mesmo? Como todo bom Cristão, podemos filtrar o que chega aos nossos ouvidos. I Tessalonicenses 5: 21 mas, examinai todas as evidências, retende o que é bom. 22 Afastai-vos de toda a forma de mal.
Ouvi umas músicas antigas de Novo Som, música da comunidade de Nilópolis, as internacionais Third Day, Jesus Culture e Hillsong…entre outras. Bem, estou citando essas bandas como referencia, mas mesmo assim, o ideal é analisar musica por música. O mercado evangélico está inchado, qualquer um faz uma letra, qualquer um vira ministro, qualquer um vira cantor e qualquer um vira pastor. Por favor, não me entendam mal, não estou generalizando. Mas temos q ter cuidado e filtrar. A manchete gospel me parece bem filtrada! Mas pode-se tomar o cuidado de refinar ainda mais! Mateus 7:15-20 Acautelai-vos quanto aos falsos profetas. Eles se aproximam de vós disfarçados de ovelhas, mas no seu íntimo são como lobos devoradores.
É não são poucos os versículos que falam sobre cautela na bíblia. Da mesma forma em que se deve ter cuidado com os falsos profetas, devemos ter com a falsa música cristã. Bem, há muito que discutir e falar sobre isso. Nas próximas colunas, vamos falar sobre como está o mercado, suas letras, o que mudou na sua forma de atingir o público, as diferenciações das músicas usadas nas igrejas atuais de outras músicas que não tem necessariamente ligação com igrejas e etc. Fiquem comigo!