Acertos e erros, uma analise.

Acertos e erros, uma analise.

“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.” (Jo 7.24)

“O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente…” (Na 1.3)

Os acertos desencadeiam os aplausos, os erros resultam em punição. Esta visão é natural e compreensiva. Isto é fato. Todavia precisamos ter a capacidade e humildade de reconhecer. Quando fazemos ações corretas, repleta de equidade, a aceitação e o reconhecimento é automática e natural. Somos agraciados e elogiados. É o apogeu do comportamento. O atestado de conduta ilibada é notório, os bons comentários logo surgem. Diurnamente nos esforçamos para manter a postura serena, atos prudentes, reações sábias, gestos simples, objetivando agradar a todos, naquilo que é factível. Refletimos e nos policiamos. Tal atitude não busca a inerrância, a perfeição, porém devemos se conduzir diante da sociedade da melhor maneira possível. Procurando obedecer aos ditames das leis vigentes, reivindicando as prerrogativas e cumprindo os deveres previstos constitucionalmente.

O verbete julgar significa decidir, pronunciar, emitir, supor, considerar, imaginar, resolver, avaliar, ajuizar.  Este verbo aparece na Bíblia, 1.201 no Antigo Testamento e 576 no Novo Testamento. É uma tarefa árdua, difícil, complexa, mas fundamental e necessária para exercer a ordem, a disciplina e harmonia interpessoal. Este recurso aplicado com sapiência e justiça culminará em boas práticas, na reverência recíproca e no convívio apaziguado. Ninguém está isento de juízo. A observância às regras civis definidas, o respeito às instituições legais é fundamental. O instrumento e a peça de analise é indubitavelmente o comportamento.

Diversos e diferentes fatores devem ser apreciados. Ver as motivações é mister. Nada justifica os erros. O veredito e a atribuição de culpa passam antes por pericia profunda. Se possível uma acariação entre os envolvidos. Mas caso encontre dolo, deve ser punido. A punição para quem erra, deve servir para aprendizado, maturidade e crescimento. Raramente quem se envolve nesta situação e conscientiza-se de que falhou, evitará a reincidência. Obviamente que os atos errôneos são facilmente percebidos. Entender que errou é um gesto nobre, se arrepender é um aprendizado, confessar é inteligente e mudar de atitude é sabedoria.

Embora que a visibilidade do erro, é inquestionavelmente contemplada e comentada, mais que os acertos, ambas merecem ponderação exaustiva. Visto que cada caso tem sua particularidade. Quando erramos, tal gesto não invalida os acertos praticados. Os acertos se constituem méritos, portanto são inapagáveis e memoráveis. Todavia os erros, de modo cirúrgico, devem ser separados e diferenciados. Entretanto o julgamento não deve ser perpetuo. Considerando que somos passivos de equívocos e iniquidades, a disciplina punitiva visa restaurar o bom caráter, devolver a lucidez, a saúde comportamental.  A ausência de vigilância de nossos atos nos fará em algum momento circunstancialmente erramos. Evitar isto é o caminho natural (Pv 19.2).

Por fim, quando se julga alguém é embasado em seus predicados. Errou independente de quem seja dever ser imediatamente corrigido. Quando punido, não devemos abandoná-lo. Orar, acompanhar, visitar são ações indispensáveis. Um gesto de grandeza e de complacência. O objetivo primordial e cêntrico da punição é ressocializá-lo. Dá-lhe uma nova oportunidade para seguir adiante (Hb 12.5-12). Ninguém é infalível (1 Jo 1.10). Assim sendo os nossos acertos e erros devem ser analisados, antes de serem devida e merecidamente julgados.

Que Deus nos ajude. (1 Ts 5.25)

Celebrando a vida!

Celebrando a vida!

“Este foi o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele.” Sl 118.24

        No aspecto semântico, o vocábulo dia, refere-se ao substantivo masculino gramatical, significando: período de tempo em que a terra está clara, ou um intervalo entre uma noite e outra, abrangendo um espaço de 24 horas. Todavia não pretendo me ater neste prisma. Devemos, sobretudo, agradecer a Deus por sua existência, podendo, naturalmente, desfrutar de suas beneficies e seus inopinados desafios. No sentido pragmático, jamais terá outro similar, o dia de hoje é fundamentalmente diferente de ontem, como o do amanhã será desigual ao de hoje. Não se repete. Ao descortiná-lo, o façamos com cuidado, aproveitando cada momento disponibilizado. Sl 35.5

        Oportuniza-nos situações complexas, facilita as experiências, norteia o nosso barco da vida. Em seu crepúsculo, temos o inenarrável privilégio e o exercício prático de ponderar os acontecimentos, rever resoluções e tomar medidas preventivas e prudenciais para lhe dar seqüência posteriore. Neste campo devemos proceder com sapiência cirúrgica. Todo cuidado é pouco.

        Por outro lado devemos agradecer pela nossa existência, está vivo e bem, é um presente singular e incomparável de Deus (Sl 104.29; At 17.25,28). Reconhecer essa fineza e gentileza divina é uma ação nobre que poucos têm (Jo 15.5; 1 Pe 5.7; 1 Ts 5.18).

       Em que pese às adversidades e os problemas existenciais, precisamos entender que é necessário a cautela, o olhar cirúrgico e as decisões a serem tomadas. A lógica e a racionalidade devem ser fontes de apreciação, por conseguinte, serenidade no posicionamento. Estejamos prontos e preparados para as surpresas e enfrentamento do dia-a-dia.

        A vida é uma escola onde aprendemos lições. Lições estas que nos farão amadurecer no porvir. É um livro diário. Nele paginamos e observamos cada passo dado. Na ótica gramatical, naturalmente, vemos emprego e aplicativo do ordenativo ortográfico, revelando e reportando as pausas, exclamações, ponto final, etc. Cabe-nos elucidar com clareza seus irrefutáveis significados. Talvez e provavelmente o que se passa em nosso redor, seja mister, ver qual a sinalização, trata-se de uma pausa menor ou de um ponto final. Ao identificar, saberemos com cuidado, qual direcionamento e encaminhamento tomar.

        Alguém frisou: “o que não podes resolver, resolvido estar”. Parafraseando: numa linguagem prática – não quebre sua cabeça. Siga adiante. Entregue nas mãos de Deus. Sl 37.4,5

         Isto posto a gratidão e o reconhecimento são componentes indispensáveis no cotidiano. A sobrecarga emocional, bem como os problemas advindos de varias direções é fato. Porém procuremos tirar proveito delas. É um aprendizado diário. Em sinte-se, celebre a vida com naturalidade. Celebrando a vida é um exercício constante que devemos aprazivelmente fazê-lo.

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25

Quando o silêncio fala!

Quando o silêncio fala!

“Bom é aguardar em silêncio a salvação do Senhor.” (Lm 3.26)

Quem em algum momento não silenciou ante a um questionamento? Tal comportamento é aceitável e natural. Em algumas ocasiões, somos inopinadamente indagados, e, por não termos uma resposta imediata, preferimos elegantemente postulá-la, objetivando o aprofundamento analítico e depois responder. Isto significa sabedoria e prudência. Pv 12.13,18; 17.27; Tg 1.5.

O vocábulo silêncio advêm do latim, silentium, que significa: estado de quem se cala ou se abstém de falar; recusa de falar. Quando silenciamos perante uma interpelação, e, o fazemos como resposta, não significa necessariamente, que estamos concordando ou não. Neste caso, poderá ser entendida, como uma pausa, tencionando, uma analise aprofundada e pormenorizada do assunto. Isto é prudência. Pv 10.19.  O termo silêncio ocorre 694 vezes na Bíblia Sagrada.

Em hipótese alguma, não devemos de modo precipitado, fazermos uma leitura de que, a ausência de resposta automática caracterize-se fuga ou esquivo. Redargüir a uma pergunta dependerá do momento e da ocasião propícia. Pv 25.11; Ec 3.1-8.

É fato que o silêncio, em algumas ocasiões, tendência a ser um instrumento de defesa diante de questionamentos. No aspecto forense, é prerrogativa do suspeito ou acusado (a), manter-se calado diante de uma autoridade policial, preferindo, posteriormente, falar em juízo. Já em audiência judicial, na presença e orientado pelo advogado de defesa, fará, oportunamente, sua apologia. Esta é uma ferramenta democrática, permitindo assim, a livre defesa. Ninguém deve ser coagido a falar.

Por outro lado, não se deve tagarelar. Tal comportamento prejudicará no futuro. Aprender a falar no momento certo é um exercício e um desafio diário. Uma maneira de evitar falácias, abusos de linguagens, frear palavras é aprender a ouvir mais. Não se deve falar, sem antes ouvir a exaustão. Quando ouvimos algo, precisamos com prudência e sabedoria, periciar as informações sua fonte e origem. Elas são fidedignas e confiáveis?  No âmbito pedagógico é preciso escutar bem, e responder certo. Dentro deste parâmetro, adotando esta postura, policiaremos nosso vernáculo e evitaremos precipitações. Tg 1.19.

Especificando as relações interpessoais, a compreensão e aplicação de palavras, devem ser de natureza prudencial e criteriosa. A comunicação entre os envolvidos requer cuidado rigoroso. Às vezes as boas amizades são desfeitas por falta de atenção com as palavras. Casamentos se envolvem em crise de relacionamento pelas palavras inadequadas. Oportunidades profissionais se vão por ausência de vigilância. As palavras são um espelho do nosso interior. Elas fazem parte de nossa conduta comportamental. Prefiro a sapiência do silêncio, que a imprudência das palavras.

Em fim, devemos cuidadosamente, usufruir deste mecanismo de resposta (silêncio), quando, julgarmos necessário. Toda resolução sábia passa pela analise do silêncio. Desprezar esta oportunidade é jogar fora o saber. É virar as costas para singular e mister introspecção que carecemos em nosso cotidiano. A ponderação diária é necessária para um esvaziamento interior. De modo que, antes de falar, reflita nas conseqüências. Mt 15.18; Tg 3.1-18.

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25

A vida, um presente de Deus!

A vida, um presente de Deus!

 “…Pois é Ele mesmo quem dá a vida a todos, a respiração, e todas as coisas… (At 17.25).

 Semanticamente, o vocábulo vida em hebraico usado na bíblia é hhaiyím, no grego é zoé e no latim é vita. O dicionário do profº Aurélio definiu: o período de tempo que decorre desde o nascimento até a morte dos seres. Este termo aparece citado na Bíblia 1.124 vezes. Deixando de lado o aspecto técnico biológico, declinarei para o espectro pragmático do cotidiano. O ser humano, em sua essência, logra de algo sublime outorgado por Deus – a vida. É um dom. Dádiva esta, indubitavelmente advinda do Criador. Ele concede a inenarrável probabilidade de estarmos vivos, desfrutando a cada momento, este valioso e incomparável presente.

Em sua Santa Palavra, vemos este cuidado Divino lá no ventre materno, e, posteriormente, manifestando-o ao longo initerrupto e inequivocamente em nossa existência (Sl 139.1-24; 1 Pe 5.7). Lamentavelmente, alguns, valorizam e celebram a vida corretamente, outros, a desvalorizam, sendo relapsos, descuidados, levianos e relaxados. Quando recebemos um presente, em tese, devemos agradecer e zelar por ele. A nos dar a vida, Deus anela ser nosso parceiro. Essa parceria deve ser em submissão a sua soberana vontade. Como resposta deste comportamento voluntário, há uma pronta retribuição (Is 1.19; Sl 37.4,5). Ele é o doador da vida, sendo assim, procuremos com humildade, prudência e sapiência obedecer a seus ordenativos (Jó 1.21).  Ele tem o melhor para nós (Is 43.7).

Portanto, devemos cuidadosamente vivê-la da melhor maneira possível. Esta vida é efêmora. Temos hora para nascer e morrer (Ec 3.2). Estamos limitados ao tempo, e este submisso a Deus. Nesta passagem da vida, angariar bons amigos, fazer boas amizades, se relacionar bem com todos é uma tarefa inerente, um desafio a ser debelado. No seio familiar, procurar ser um bom exemplo. Na vida sentimental, exercer o comprometimento. No profissional ser ético e transparente. No trabalho ser sincero e honesto. No financeiro ser responsável. Na comunidade ser admirado pelo comportamento em geral. Na igreja ser espelho. Na sociedade um divisor referencial. Como cristão um paradigma comportamental a ser visto pelo mundo. (2 Rs 2.9; Mt 5.13-17).

Enquanto cá estivermos, procuremos cuidar de nossa vida. Não se envolver com drogas, evitar o álcool, a dependência a prostituição e outras mazelas sociais vigentes. A pratica do pecado deve ser abolida de nosso projeto. O nosso corpo merece atenção e um policiamento cuidadoso. Quando fazemos diferentes, o expomos a uma série de doença oportunista. Praticar esporte e uma dieta alimentícia é fundamental para longevidade. Muitas pessoas são vitimadas por este descuido. A ociosidade, a “preguicite aguda” são fatores desencadeantes as enfermidades. Há aqueles que brincam com suas vidas. Perderam o foco e a objetividade das conquistas. Entregam-se ao anonimato, desistem dos sonhos, abandonam as metas. Tornam-se refém do desânimo e do abandono. Sente-se incapaz de contornar as situações adversas. Se redem a desesperança. Isto não é a melhor resolução a seguir.

Como sugestão diária, agradeça o dia de hoje e reflita o de ontem. Quanto o amanhã, está intacto e recheado de enigmas. Seja otimista em relação a seus planos. Evite ao seu lado, pessoas negativas e pessimistas. Não revele a sua agenda de conquistas, por mais que sejam simplistas. Os segredos são de fórum intímo, pertinente e peculiar. Respire e viva cada dia com entusiasmo, procurando, cirurgicamente filtrar e ponderar cada ação, antes de executá-la (Pv 19.2).

Tenha convicção que Deus lhe presenteou com este dia (Sl 118.24). Está vivo é uma vitória! Considerando a incidência gigantesca de violência, homicídio e outras barbáries, é um desafio assíduo pela sobrevivência. As enfermidades que assolam a sociedade. Termos saúde, um emprego, casa, boas amizades e uma bela família são suficientes para vivermos com dignidade. Adiciono obviamente a maravilhosa presença de Deus, orientando e dando norte a nossa vida. Este é um sinal irrefutável de prosperidade. Neste particular, modestamente, entendo, como próspero, ter a suficiência de Deus em nosso viver (Js 1.5; Sl 1.1-3; Hb 13.5).

Viva a vida naturalmente. Obedeça e desfrute o ciclo que ela lhe proporciona. Não pule suas etapas. Quando criança, pré-adolescência, adolescência, jovem, adulto e idoso, vivencie estes momentos! Eles são de natureza impar e sui generis. Se chegares à melhor idade (idoso, 60 anos em diante), olhares para trás e dirás com satisfação: experimentei todas as fases da vida. (2 Tm 4.7,8; Sl 90.10).

Por fim, viva o dia a cada seu dia. Retire a ansiedade pelas coisas que desejas (Mt 6.25-34; 1 Pe 5.7). Lembre-se que em algum momento, dentro da permissibilidade, devolveras a vida para quem a Deu (Gn 2.7; Ec 12.7). Ele tem autoridade para determinar isto (Sl 104.29; 146.4). Procuremos servir e amar a Deus e ao próximo, que é um mandamento a ser obedecido (Jo 13.34). Celebre a vida na presença de Deus da melhor forma possível. (Sl 30.5; Rm 8.28, 31-39; 1 Ts 5.18).  Na eternidade a vida seguirá na presença inconfundível de Deus (Jo 11.25; 1 Co 15.51-58; 1 Ts 4.13-18; Ap 21.4; 22.3). A vida é um presente de Deus.

Que Deus nos ajude (1 Ts 5.25.)

A beleza em ser mãe!

A beleza em ser mãe!

“… Não deixes o ensinamento de tua mãe.” Pv 1.8

“Honra… a tua mãe… para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.” Ef 6.2,3.

 O vocábulo mãe (Latim matre), gramaticalmente, trata-se de um substantivo feminino que significa: mulher que tem ou teve filhos. Na contabilidade bíblica aparece 336 vezes. Somatizando 240 no Antigo Testamento + 96 no Novo Testamento. Portanto, revelando incontestavelmente, sua relevância no particípio histórico da Bíblia. Indubitavelmente exerce um papel fundamental no contexto social, econômico, administrativo e familiar na sociedade moderna. É uma figura central na existência da família. Pois em tese, sociológica e pragmaticamente, sem o nascedouro e presença de filhos (as) no lar, não há família.

Toda jovem, tem em mente o anelo e a perspectiva de que em algum momento, terá o prazer e solene em parir um (a) filho (a). É um sentimento pertinente, singular, impar e inato. No que pese a responsabilidade individual e intransferível materna, ela deve desempenhar com cuidado, sabedoria e prudência seu oficio doméstico. Face à multiplicidade de funções que tem e realiza no cotidiano, desde, da devida atenção as atividades do lar, como, dividir seu cuidado e tempo com esposo e filhos (as), permanece abnegada e perseverante nas cansativas e repetitivas tarefas diárias. (Pv 31.10-30)

Na impossibilidade (doença, desemprego ou morte) ou leviandade paterna, com cautela, provisório ou definitivo, assumi com diligência e abnegação o compromisso financeiro na manutenção da casa. A missão divina de ser e está mãe deve ser cumprida literalmente. Quando surge a tempestade de problemas, tem a nobreza de pacientemente aguardar que ela passe. Motivar a membresia do lar diante das adversidades, dos ventos contrários, das nuvens oponentes é um desafio inerente a seguir. (Pv 14.1)

Em algumas ocasiões, circunstancialmente, aparece, inopinadamente as enfermidades, vigilante e otimista, cuida carinhosamente dos enfermos, possibilitando, uma restauração com brevidade e segurança. Mãe é sinônimo de confiança, gestos de fidelidade, ações de compreensão, atitudes de socorro, verbalização verídica, sugestões firmes, opiniões sinceras, vernáculo pensado, presença física, proteção segura, antever o futuro, participa dos sonhos, sempre quer o melhor, é uma eterna professora, repassa as experiências da vida, procura ajudar, incansável na defesa da família, repreende e exorta quando necessário, alimenta com dedicação, independentemente dos momentos está sempre presente.

Devemos aproveitar os inenarráveis momentos, que, ensejamos ao lado de nossa mãe, objetivando, tirar e apreender com suas belas e ricas lições de vida. Pois, haverá um momento que olharemos em volta e não haveremos mais. Então valorize este inegociável momento. Encontre em sua agenda, espaçamento para visitar e sair e dar atenção a ela. Reconheça que o pouco ou muito que és e tens deves de alguma forma a ela. Sintas o prazer de está e ouvir a sua incomparável, cansada e doce voz, de apalpar suas fadigadas e carinhosas mãos, contemplar seus olhos lindos e serenos, de tocar em sua pele em rugadas e macias, seu andar lento, natural e atraente, seus pés belos, seu sorriso inigualável, passar as mãos em seus cabelos brancas ou não.

E o tempo passou. Chegou à belíssima terceira idade (60 anos em diante). Neste período como filhos (as) devemos zelar e cuidar dela. A atenção e o carinho deve ser uma constante. Esta fase predomina a reflexão. O reconhecimento é relevante. Tenha paciência com ela. Seu raciocínio é lento, sua voz é cadenciada. Seu olhar é compenetrado, seu andar é delongado, seu sorriso é admirável. Portanto a convivência requer perseverança. O maior presente que podemos outorgá-la é nossa presença. Procure fazer homenagem em vida. Não perca esta oportunidade inadiável e intransferível.

Em fim, não se esqueça de seus conselhos e exemplos bons. Lembre-se: a nossa existência é fruto da permissão de Deus e em sermos gerados por uma mãe. A verdadeira mãe não abandona seus (as) filhos (as), porém está sempre presente. A beleza de ser mãe.

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25.

A beleza do relacionamento

A beleza do relacionamento

“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem em acordo?” Am 3.3

 Etimologicamente o substantivo masculino gramatical relacionamento significa ato ou efeito de relacionar. No cotidiano devemos aprender a conviver com todos indistintamente. É um exercício diário, requerendo dos envolvidos cuidado, atenção e prudência. Naturalmente seu escopo, tenciona ser duradouro, todavia, a perduração deste, está intransferivelmente confinada a ambos. Obviamente dependerá da postura individual, atrelando a resposta no campo comportamental. Isto exigir uma ótica cirúrgica.

Como são pessoas diferentes, pensam e agem quase em sua totalidade, contrariando e emitindo parecer peculiar. Por isto, trata-se de um desafio se relacionar com outro, não é fácil. Precisamos entender seu ponto de vista, ideologia, princípio, crença e outros valores existentes. Quando nos esforçamos para este fim, a probabilidade de aproximação, iniciação e continuidade na relação é mais viável e factível. Está na relação, faz necessário, anular o ego, permitir que o outro externe sua opinião, reverenciando o espaçamento da individualidade, buscando em conjunto convergir opiniões paradoxais. A divergência é salutar, desde que não haja exageros. O objetivo cêntrico, pressupõe sempre, o bem-estar do outro.

Por outro lado, considerando a semântica, analisemos a seguir o substantivo feminino beleza: qualidade do que é belo, harmonia, bondade, excelência. No aspecto pragmático, deve ser observado, cautelosamente, o espectro interno e esteriótico, contemplando a essência do conteúdo, tendo, simultaneamente, uma elucidação periférica. Neste contexto, permitindo aos integrantes, ponderar o nível, oportunizando identificar falhas, corrigir lapsos, apontar soluções, sugerir alternativas, viabilizar caminhos, rever posicionamentos, indicar saídas.

Portanto, seja qual for à instância do relacionamento (fraterno, conjugal, etc.), a nítida ausência de concordância mutua, inibi e afasta os envolvidos. Outros fatores podem desencadear o rompimento: a falta de diálogo permanente e inteligente, o egocentrismo, a distância da propositiva, a flexibilização nas opiniões e ideias e a obstinada discordância sem apreciar e filtrar. Ambos, com cuidado continuo, devem sistemática e inadiavelmente ajustar a relação.  A humildade, bem como, a prudência, é indispensável na convivência. Estar juntos e bem, é sinônimo de comunhão, harmonia, paz, felicidade. Caso contrário, esvaziado o recurso do diálogo exaustivo e não havendo concordância bilateral, inviabiliza e impossibilita o relacionamento. Sugerindo assim, que cada um, sequencie a sua vida separadamente.

Que Deus nos ajude. (1 Ts 5.25)

A educação infantil, um desafio dos pais!

A educação infantil, um desafio dos pais!

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pv 22.6

 A singular e feliz oportunidade paterna tem sido desdenhada, a intrasferível missão em educar a criança que compete a priori aos pais, está sendo abandonada. É notável a omissão deles. No seio familiar percebe-se tal comportamento. Alguns tentam explicar ou justificar esse procedimento. O ciclo da vida compreende as seguintes fases: infância (0 a 10 anos), adolescência (11 a 17 anos), jovem (18 a 24 anos), adulto (25 a 59 anos) e idoso (60 a…). Cada qual com suas características peculiares. Como é oportuno e precioso acompanhar passo a passo este período. É uma experiência relevante, impar e sui generis. Devemos aproveitar estes momentos. São lições pragmáticas a apreender.

Apreciar o crescimento infantil e conduzi-lo direcionando sua vida em sociedade, é uma tarefa pertinente que muitos não querem realizar. Filhos são primazia e devem ter prioridade na nossa agenda diária. Lamento que a ausência paterna, tem contribuído de certa forma, na ascendência da estatística de crianças exclusas, desprezadas e marginalizadas pela sociedade. Lembre-se que o primeiro contato é no lar, e, lá em tese, passará mais tempo. Portanto torna-se fundamental que nele, venha a aprender os bons valores éticos e morais. Os pais são verdadeiros pedagogos (conduzir a criança), onde devem utilizar uma pedagogia (ensino) correta, sugestivamente, deve ser extraída da Bíblia. Ela nos dar os apontamentos, conselhos e sugestões práticas para o cotidiano.

Vivemos numa sociedade onde a corrupção, a mentira são recursos apregoados por alguns. Por outro lado, a boa referencia, os bons exemplos estão escassos, quase em extinção. No seio doméstico poucos são os exemplos bons a serem observados e seguidos. A melhor maneira de educar os filhos é pelo bom exemplo. É viver o que se ensina. O intuito é árduo, mas necessário. Antes de lecionarmos alguém devemos praticar. O contrário é hipocrisia. Alguém sabiamente frisou: “o caderno de exercício dos filhos são bom exemplo dos pais.” Não fuja, nem se esquive dessa responsabilidade inerente.

Não transfira para outrem o que lhe compte – educar os filhos. O processo da educação é rigoroso e exigente. Requer tempo para supervisionar, planejar e analisar seu desenvolvimento. A atenção é um fator preponderante. Ensinar com a verdade idem. O diálogo imprescindível. O respeito mutuo é salutar e importante. A critica e o elogio na ocasião propicia faz bem. A correção certa é um aliado. Fico preocupado quando os pais transferem para as escolas o papel de educá-los.

Na pratica a escola deve ser uma extensão da família. O que se aprende lá refletirá cá. O comportamento dos filhos na sociedade é um reflexo do lar. Os filhos são presente de Deus. Não abra mão, nem desista deles. Antes agradeça a Deus pelas suas vidas, cuide, ore, ensine as Escrituras, seja atencioso, carinhoso, encontre tempo para o laser. Adote com amor o que Deus permitiu você gerar.

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25.

Água de qualidade, um bem necessário!

Água de qualidade, um bem necessário!

 

“Também beberás a água por medida, a saber… de tempo em tempo beberás.” (Ez 4.11)

“Bebe água da tua fonte, e das correntes do teu poço.” (Pv 5.15)

A comemoração alusiva pelo dia mundial da água. Datação relevante, onde, naturalmente, serviu em tese, de reflexão. Este dia memorável foi criado pela ONU (organização das nações unidas), através da resolução A/RES/47/193, de 21 de fevereiro de 1983, declarando o dia 22 de março, como o dia mundial da água (DMA). A água é fundamental e indispensável ao ser humano, bem como a todo ser vivo. Entretanto os governos e governantes não atentam para isto. Em algum momento, ela deverá ficar escassa, provocando uma seca insustentável.

Fico estarrecido, quando observo, a ausência de uma política pública, definida e efetiva, direcionada à assistência inadiável ao combate permanente contra a seca. Os estudos meteorológicos, são uma ferramenta indispensáveis no trato da causa. Possibilitando, evitar as consequências naturais, principalmente ao homem do campo, que sem água, inviabiliza o plantio, por conseguinte, a colheita. Na agricultura há uma regra simples e prática: solo + semente + plantação + água = colheita.

Porém as previsões futuras dos especialistas não são otimistas. A inexistência de projetos que atendam a demanda, a negligência e estagnação humana em cuidar com qualidade, a falta de uma fiscalização rígida e punitiva, para aqueles que poluem as águas. No nosso planeta já são mais de sete bilhões de pessoas residindo. Se não houver um consumo comedido, evitando o desperdício deste produto, sem dúvida faltará.

A conscientização coletiva e individual é fundamental. Quem pensa, somente o hoje, sem futurolizar, terá problemas. Precisamos ter reservas de águas. A vitalização dos rios e a conservação da qualidade das fontes são essenciais e inadiáveis. Sabemos que a vida é de natureza transitória, todavia, enquanto, cá estivermos, devemos fazer intransferivelmente a nossa parte. Outorgando a nossa contribuição. Por mais que seja mínima.

Neste caso a sociedade no geral deve participar. No lar, compete a membresia familiar, educar e lecionar a importância dela; na escola, docentes e discentes devem alcançar uma compressão de sua conservação e uso adequado; ao ser humano evitar poluir as águas existentes e se tornar um agente regulador, capaz de fiscalizar quem e como contaminam, posteriormente, denunciar, à quem de direito. Isto é fato.

Existe uma distância entre a teoria e a prática. Ideias de combate à poluição, desperdício e conservação da qualidade da água não faltam. Mas no aspecto pragmático e urgente para combater e enfrentar estas ameaças, as ações são lentas e morosas. Algo que deveria ser feito ontem, levará um tempo indefinido para acontecer. Enquanto isto, vamos perdendo o ensejo para reagir diante dessas indesejáveis situações. No campo burocrático, os recursos financeiros são retardados, o repasse mister não chega. Sem comentar, infelizmente, o desvio de verbas destinadas para tanto.

Quem perde com a falta de água de qualidade? Todos. A água contaminada gerar no consumidor doença que poderiam ser evitadas, acarretando e acrescentando uma dotação orçamentária para este fim. A saúde é comprometida, dependendo, poderá levar pessoas a óbitos. Uns são acometidos de doenças na pele, outros de ordem gastrointestinais, etc. Com um simplista gesto para prevenção, evitar-se-ia as consequências.

Se deixarmos de lado a jactância, a vaidade e pensarmos no coletivo poderemos mudar está situação. O retrato e a radiografia da água potável no mundo, é algo que requer uma atenção imediata. Atos conjuntos devem ser tomados, incentivos financeiros e instrumentos combativos devem ser adotados. O marketing pedagógico sistêmico, objetivando, catequisar e educar a população devem ser apregoados.

Isto posto nada está perdido. Temos que pedir a orientação de Deus e desenvolver categoricamente ações que que viabilize a sustentação, conservação e a qualidade da água. Todos ganham com isto. Água de qualidade, um bem necessário.

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25

 

O preço da volta!

O preço da volta!

“Vou voltar para casa de meu pai…” Lc 15.18

            Por sermos passivos de erros e falhas, podemos, naturalmente, tomar decisões de ordem precipitada. Isto é fato. Essas resoluções são algumas vezes em decorrência de mera vaidade, influencias externas, jactância interior, ausência de humildade, etc. Não se deve decidir, sem antes ponderar o presente, tendo visibilidade e perspectiva no porvir.

            Quando nos privamos dessa analise, poder-nos-emos correr um risco sem volta. Ignorar essa possibilidade é um grave erro. Sem receio devemos contextualizar o momento, confrontando as circunstâncias. Ver que as adversidades existentes são de natureza efêmera, em alguma ocasião irá passar. Então a reflexão exaustiva e prudencial é necessária e faz bem.

            Seja qual for à área da vida tenha calma, respire e depois com segurança decida. Ela é de natureza pertinente e unilateral. Claro que se devem refletir os bons conselhos. Certamente eles ajudarão a teres uma compreensão detalhada. O isolamento nessas horas é extremamente prejudicial. Todos, em algum momento, cometerão erros e falhas (1 Jo 1.10).

            O laboratório da vida, nos permitir a experimentar e necessariamente corrigi-los a tempo. Por outro lado, o amadurecimento ocorre naturalmente. Todavia a nobreza do retorno, diante da posição precipitada, é sinalizada, quando, vemos que houve equívocos, lapsos e reconhecemos, voltando atrás. Portanto, não se deve tomar decisão no calor das emoções, pois resultará em consequências irreparáveis, provocando arrependimento (Pv 19.2).

            Retornar para onde não deveria ter saído é o caminho natural. Reconhecer suas falhas é um gesto impar e de grandeza.  Estamos sujeitos as estas ações. A imaturidade e as influências externas poderão influenciar determinadas resoluções. Sempre haverá uma oportunidade de retorno. Quando isto suceder aproveite. Pondere a relevância e a positividade da volta. Claro que é difícil e árduo. Reiniciar e refazer o caminho de volta não é fácil. É algo complexo.

            Todavia a humildade é fundamental, a prudência essencial e a sabedoria indispensável. Aprenda a conviver com as criticas que aparecerão nesse período. A readaptação ao antigo ambiente requer paciência. Saiba esperar com diligencia cada momento. Reconstruir é uma questão de tempo. Reocupar o espaço é um desafio a ser perseguido. Não desanime diante dos obstáculos que ocorrerão.

            Procure as ações de simplicidade e as aplique na convivência. Seja franco e sincero e externe seu anelo. Mantenha uma relação de harmonia. Enfatize, sobretudo, as motivações que o fizeram retornar para o convívio. O melhor caminho é o dialogo. Relate para quem de direito, seus dilemas e as dificuldades existentes.

            Obvio que não será como dantes. O processo de convivência e de reconquista é paulatino e sequenciado. Readquirir a confiabilidade depende dos atos que doravante serão praticados. O ar de desconfiança será perceptível. Mas não desista. A esperança serve como lenitivo e consolo. Veja o retorno não como a única saída, porém, como a oportunidade para crescer na vida. Faça o básico. Viva cada dia (Mt 6.34).

  Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25

Deus e o sono!

Deus e o sono!

“Eu me deito, e durmo tranqüilo, e depois acordo porque o Senhor me protege.” Sl 3.5.

“Quando me deito, durmo em paz, pois só tu, ó Senhor, me fazes viver em segurança.” Sl 4.8.

            Ao criar o ser humano, Deus providenciou os meios, pelos os quais, ele tivesse uma vida saudável e plena em todos os aspectos. Isto é fato. Vemos a sua presença e o seu cuidado em nossa vida. Sempre presente, podemos sentir o seu carinho, seu zelo, seu amor e sua graça nos norteando.

            Ele nos entende e nos conhece. Sabe perfeitamente as nossas limitações. Lembra que precisamos dos seus indispensáveis cuidados. O seu Agape (amor) é demonstrado através da sua Palavra. Amar alguém não é verbalizar, mas praticar. Nesta linha escreveu o escritor Leon Kesef: o verdadeiro amor não consiste em palavras, porém, em demonstração.

            Neste prisma inequivocamente, Deus nos deu elementos e provas irrefutáveis disto, quando pela sua terna complacência, inspirou, revelou e iluminou homens, seletivados pelo seu crivo, que transcreveram seus vernáculos. A Bíblia é e contém indubitavelmente a Palavra Divina.

            Nela obtemos as respostas de nossas indagações. Nenhum questionamento fica sem elucidação. Devemos amar e se direcionar Nela. Sabemos de nossas falhas, lapsos, erros… Entretanto, Ele nos compreende. Isto é suficientemente belo, justo e perfeito. Não abra mão desta prerrogativa.

            Convide Deus para participar e lhe orientar em sua vida. Inclusive do sono. O sono é o período em que Deus concede descanso ao nosso corpo. A labuta cotidiana, as responsabilidades exigidas, as necessidades previstas, são fatores desencadeante, provocando cansaço físico e mental.

            Você se ama? Então se cuide. És o maior interessado em sua saúde. Agende o tempo que lhe permitia descansar. Há tempo para tudo (Ec 3.1-8). Esvazie a mala dos problemas. Foque em sua carência. Simples gestos são salutares e comprovadamente ajuda. Se anime. Busque maneiras de viver bem.

            Evite as discussões. Tudo que está relativamente lhe prejudicando, sabia e prudentemente retire de sua frente. Certas ocasiões, quando chega o momento de repousar, não relute. A obstinação contrária fará mal. Não negocie este tempo com nada. Nem se deixe importunar.

            Os caminhos naturais para o sono são fundamentais e devem ser observados a rigor:

Ø     A oração – tire o momento para ser grato a Deus pelo dia e que lhe proporcione um sono tranquilo (1 Ts 5.18).

Ø     O ambiente – o local de dormir deve ser um lugar agradável, adequado às necessidades. Compreendendo da cama ao colchão.

Ø     Preparativos – evite tomar cafeína, fumar, comer, conversas desagradáveis, possíveis discussões, luz acessa. São medidas simples que ajudam a dormir.

Assuntos ou decisões pendentes devem ser postergados para outro momento. O horário biológico do sono deve ser respeitado. Sua resistência poderá trazer transtornos. Quando chegar o sono seja obediente e atenda a recomendação do corpo. Fazer diferente é perigoso e trará conseqüências irreparáveis. Devemos aprender a dormir bem e de modo saudável.

            Durma o suficiente. Alguns dormem oito horas por dia, outros menos. O que determinará a qualidade do sono é o conjunto da obra. Saiba que Deus dar-te-á o melhor sono. Aquele de natureza tranquila e segura. É uma promessa Dele. Faça a sua parte e Deus fará a Dele (Js 1.9).

Que Deus nos ajude. 1 Ts 5.25